O Agente Secreto teve recurso da Lei Rouanet? Veja origem da verba

Redacao
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Wagner Moura em 'O Agente Secreto' Imagem: Vitrine Filmes/Divulgação

Filme brasileiro é uma coprodução com empresas de França, Alemanha e Holanda. Além de elevar o orçamento, a composição também serviria para facilitar a veiculação de “O Agente Secreto” em outros países.

A produção conseguiu apoio por meio de um edital em regime de concurso público. Chamado “Produção Cinema Vias Distribuidora 2023”, o edital foi lançado em abril de 2023, e a ata com as produções beneficiadas foi divulgada em dezembro do mesmo ano. O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), agente financeiro do FSA, viabilizou a realização do concurso em parceria com a Ancine.

No total, o edital distribuiu cerca de R$ 99,9 milhões para 21 projetos, segundo os relatórios oficiais. Pela mesma via, foram beneficiados os filmes “A Sogra Perfeita 2” (R$ 5,5 milhões), “Escola Sem Muros” (R$ 7,5 milhões) e “Geni e o Zepelim” (R$ 7,5 milhões).

O Fundo Setorial do Audiovisual é destinado ao desenvolvimento articulado de toda a cadeia produtiva da atividade audiovisual no Brasil. Criado pela Lei Federal nº 11.437, de 2006, o FSA é uma categoria de programação específica do Fundo Nacional de Cultura (FNC) — este último, sim, é criado pela Lei Rouanet e faz investimentos em projetos com recursos da União. A fonte de recursos é diferente da utilizada pela FSA.

Contrapartida e dinheiro do FSA

O FSA tem participação na exploração econômica das obras. No caso de “O Agente Secreto”, o edital especificou contrapartida do apoio. Os recursos serão aplicados na forma de investimentos retornáveis, com participação do FSA nos resultados da exploração comercial do projeto.

Uol

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