Trabalhadores de manutenção e montagem industrial do setor de petróleo iniciaram uma greve por tempo indeterminado nesta sexta-feira (18), em Macaé, no Norte Fluminense. A paralisação abrange os setores onshore e offshore e foi decretada após a recusa da proposta formulada nas tratativas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2026/2027.
A mobilização teve início às 7h30, em frente ao Aeroporto de Macaé, local de embarque das equipes que operam nas plataformas da Bacia de Campos. O movimento é liderado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Pintura Industrial, Construção Civil e do Mobiliário (SINTPICC-RJ).
A entidade informou que a deflagração da greve ocorreu após as negociações terminarem sem entendimento entre as partes. A Petrobras informou, em nota, que acompanha o andamento das negociações entre as empresas contratadas e os grevistas.
O movimento é organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Pintura Industrial, Construção Civil e do Mobiliário (SINTPICC-RJ). Segundo a entidade, a decisão pela greve ocorreu depois que as negociações terminaram sem acordo.
O que diz a Petrobras
Em nota, a Petrobras informou que acompanha as negociações entre empresas contratadas e trabalhadores em greve. A companhia disse que seus contratos estão em conformidade com a legislação e que já se reuniu com representantes das empresas.
Segundo a estatal, medidas estão sendo adotadas para garantir a continuidade dos serviços a bordo de forma segura. A empresa afirmou ainda que as plataformas em produção seguem operando normalmente, sem impacto na produção ou no abastecimento.
A Petrobras não informou quantos trabalhadores aderiram à greve nem quais unidades foram afetadas.


Deixe um comentário