Por que a falta de cinema não branco não incomoda?

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Grace Passô, mineira é nome respeitado no teatro brasileiro Imagem: Lucas Ávila

Na semana passada, escrevi sobre diretores de fotografia brasileiros, celebrando o sucesso deles no exterior e o momento mágico do nosso cinema na frente e atrás das telas.

Por uma decisão editorial, fiz um corte nos acontecimentos e anúncios recentes. E como quase tudo nos grandes cargos do audiovisual brasileiro, o recorte foi de homens brancos. Não porque eu quis, mas porque ainda é esse o retrato de quem ocupa esses lugares.

Aí, dentro do direito de cada um e em uma reivindicação justíssima, recebi diversas mensagens de pessoas me cobrando a falta de mulheres na coluna. Coisa que eu estava planejando falar exatamente nessa coluna de hoje, com a participação de diversas mulheres realizadoras no Festival de Berlim.

Uol

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