Morre Brigitte Bardot, sex symbol e lenda do cinema francês

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Brigitte Bardot em seu primeiro filme, “Loucos por Amor”, em 1952 Imagem: Reprodução

Após ganhar destaque como capa da ELLE, as portas para estrear como atriz aos 17 anos se abriram. Seu primeiro longa foi “Loucos por Amor”. No segundo filme, “Manina”, a atriz desagradou o pai, que chegou a abrir um processo na Justiça por ela aparecer de biquíni em algumas cenas.

Entre 1952 e 1957, ela gravou 17 filmes, e foi com “E Deus Criou a Mulher” que dominou o mundo. As cenas sensuais fizeram a atriz ficar conhecida nos EUA, onde o filme chegou a ser censurado devido ao alto teor de erotismo.

Brigitte Bardot em "Manina"
Brigitte Bardot em “Manina” Imagem: Reprodução

Ícone da libertação sexual, Bardot protagonizou um beijo lésbico com Jane Birkin em “Se Don Juan Fosse Mulher”, em 1973. A estrela atuou em cerca de 50 filmes. La Vérité concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1961, enquanto ela foi indicada ao BAFTA de Melhor Atriz Estrangeira.

B.B. era perseguida por jornalistas e fotógrafos devido à sua persona provocadora e por isso encerrou a carreira, no mesmo ano do beijo em Jane. A francesa, que perdeu toda a privacidade, não gostava da atenção excessiva que os holofotes proporcionavam. Após se mudar para o sudoeste da França, a artista nunca mais apareceu em um filme, tornou-se vegetariana e passou a lutar pelos direitos dos animais.

Uol

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